POR BTSE
Tem horas que vejo-me
Tem horas que vejo-me
Uma bailarina
Em um balé de letras.
No qual a inspiração é a musica.
A caneta, pattner.
O papel, palco.
O poema, o espetáculo.
Poetisa, ora bailarina.
A encantar plateia com a magia
E a delicadeza de seus movimentos.
Dançando lindamente o último ato
Daquele balé romântico,
Como se a sua história estivesse sendo contada,
Através dos gestos e da dança.
Protagonistas daquele espetáculo.
Tão frágeis,
Almas delicadas,
Danças românticas.
Bailarina no palco,
Poetisa na plateia,
E a mesma sensação.
Eis que, do fundo da coxia.
Uma música suave
Envolve a bailarina.
Poetisa encantada, inspira-se.
Versa um lindo poema,
Para o amor poder bailar.
Baila,
Baila,
Bailarina...
Nos versos musicados da poetisa
Que encantada pelo passos e gestos
De seu balé.
Tece esses versos compassados
Pelo batimento musicado
Do teu coração...
Esse poema dedico a minha amada e linda filha do coração, Léo.