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sábado, 28 de setembro de 2013

AS BRUMAS DA INTEMPORALIDADE DE UM AMOR - Por Btse Avlis

  

Obra literária
Poema: 01.170713.0110.0003.00127-1
Assunto: Amor

 AS BRUMAS DA INTEMPORALIDADE DE UM AMOR!

Por Btse Avlis
 

Por não te imaginar no meu mundo.

Ao te ver perdi-me…

Na infinitude do teu olhar.

O meu coração enamorado enxergou…

O que é invisível aos olhos:

A tua essência!

As minhas mãos tomaram vida.

Ávidas por vivenciarem a luxúria:

De passearem pelo teu corpo!

De sentir o leve toque na maciez da tua pele!

Afloraram os meus sentidos!

Levando-me acreditar…

O que estava prestes a acontecer:

Não era mais um sonho!

Era um presságio:

Quando as minhas mãos!

Os meus olhos!

Os meus lábios!

O meu corpo!

A minha alma!

Viverem infinitamente:

O ser por mim amado!

Assim, vivenciar:

As brumas da intemporalidade de um amor!

Quando não contarei, mais as horas ou minutos.

Nem saberei se será dia ou noite.

Aliás, no menor espaço apreciável de tempo:

Tornar-se-á explícito, o nosso amor!

Sentimento, que vivenciaremos inelutavelmente…

Até a eternidade, mais os dias que a suceder!

 

Comente, a sua opinião é muito importante.

 Notas finais:

                      Ciente que.

                                                 * Este escrito pertence a Btse Avlis.

                                                    Não autorizo a reprodução (publicação) do todo ou de parte do poema acima, em qualquer mídia quer expressa, falada ou digital, inclusive por PDF ou download sem o meu consentimento;

                                                 * Não autorizo que o texto ou o poema acima sofra qualquer adaptação, quer em língua portuguesa, quer em estrangeira.

                                                    

Lei de Direito Autoral nº 9.610/98

REVISADO — 2022

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O BANQUETE DO PRAZER - POR BTSE AVLIS



O BANQUETE DO PRAZER!

Por Btse Avlis


Essa noite, sonhei! 

Que estávamos a cear: 

O banquete dos deuses! 

No quarto de um castelo encantado…

Onde a cama era a mesa.

Forrada por um lençol de linho.

Que fazia às vezes da toalha. 

Sobre aquele lençol do desejo!

Seres famintos saciando a fome física. 

A satisfação dos prazeres de se terem…

Experienciavam tantos sabores:

Os seus lábios os das ostras Fines de Claire Marennes. 

Misturado ao ardido da pimenta, com o ácido do limão. 

Engolidas ao sabor de um champanhe estruturada, e…

Elegante, a Louis Roederer. 

Para delírio de suas bocas sedentas...

Saciarem a sede com os seus corpos. 

Fazendo às vezes de taças. 

Na luxúria explicitada do querer.

Para dar doçura à noite saborearam. 

Com eles fazendo-se de talher. 

A cremosidade do queijo Camember…

Acompanhado de uma pera flambada. 

Após saciarem a fome.

Com a ceia por mim, devaneada.

Passamos despudoradamente a cear: 

Um banquete ao prazer! 


Comente, a sua opinião é muito importante.

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Obra Literária
Poema 01.300310.0110.0118.00151-1
Assunto: Prazer 

Escritos de Btse Avlis

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Rev. 22

                         Ciente que:

                                                 * Não autorizo a reprodução (publicação) do todo ou de parte do poema acima, em qualquer mídia quer expressa, falada ou digital, inclusive por PDF ou download sem o meu consentimento;

                                                    * Não autorizo que o texto ou o poema acima sofra qualquer adaptação, quer em língua portuguesa, quer em estrangeira.

 



Rev. 22





quarta-feira, 14 de agosto de 2013

CONJUGANDO NO CAVALGAR, O AMAR! (CAVALGADA) - POR BTSE AVLIS

CONJUGANDO NO CAVALGAR, O AMAR!

Por Btse Avlis


Despudoradamente entregues…

Numa planície de algodão!

Seres enamorados cavalgam:

Um, no corpo do outro!


Duas almas!

Dois sentimentos…

A cavalgarem:

Um deliciando, o outro!


Vão além do infinito!

Livres, tornam-se celebrantes…

A realizarem os festejos do amor.


Vivenciam a energia vital…

Que ultrapassa os corpos físicos:

Vivem o prazer incorpóreo!


Almas e corpos extasiam-se, e…

Tornam-se “UM”!

A conjugar no cavalgar, o verbo amar!


Na infinitude do ato…

O conjugam, sempre no presente:

Eu te amo!

Tu me amas!

Nós nos amamos!

 

Comente, a tua opinião é muito importante!

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Obra literária

Poema: 01.100511.0110.0003.00139-1

Assunto: Amor - 0003

Título antigo: Cavalgada


                        Escritos de Btse Avlis

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Rev. 22


  Ciente que.

                                                 * Este escrito pertence a Btse Avlis.

                                                    Não autorizo a reprodução (publicação) do todo ou de parte do poema acima, em qualquer mídia, quer expressa, falada ou digital, inclusive por PDF ou download, sem o meu consentimento;

                                                 * Não autorizo que o texto ou o poema acima sofra qualquer adaptação, quer em língua portuguesa, quer em estrangeira.

                    

Lei de Direito Autoral nº 9.610/98

sexta-feira, 19 de julho de 2013

ESTA NOITE!


POR BTSE


Esta noite eu quero ser tua

Como nunca fui...



Quero confissões entre beijos

Lábios ora silenciados pelo os teus,

Ora abertos por tua língua.



Quero tuas mãos passeando

Por meu corpo...

Depois desbravando lugares inabitáveis.



Quero arrepios, gritos e gemidos.

Sorrisos entre lágrimas,

Lágrimas de felicidade.



Quero ver o êxtase em teus olhos

A traduzir toda a emoção do prazer.



Quero o silêncio em teus braços

Até adormecer extasiada

E sonhar com você.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

DELÍRIOS

POR BTSE 

Devaneio, eu não sei!
Ou, delírio de amor?!

Meu corpo reage
Na perturbação momentânea
De imaginar você...
  
Incitação devaneada,
Ou realidade contínua
Do meu querer.

Meu corpo delira pelo teu.
Instigado pelo meu querer
Que grita em silêncio,
O quanto te querer.
E te quero...

Nesse momento
Você, instigante ser.
Vem de encontro ao meu corpo
Ardente por você.